É engraçado que o discurso da Severn foi em 1992, e só 16 anos depois conseguimos o discurso digitalizado.
Um ponto importante que deve ser dito: dificilmente conferências reúnem os responsáveis pelos rolos ambientais pelo mundo. Os rolos têm três principais culpados:
O primeiro são os chairmen de corporações industriais, que alegam que não podem investir na causa ambiental pelo ‘alto custo da empreitada, que poderia culminar em demissões em massa’. Nada disso é verdade. 16 anos depois, acho que as coisas deram resultado: tentei encomendar uma ponte de guitarra Gotoh, e descobri que o modelo preto não existe mais porque a emissão de poluentes pra se fabricar o modelo preto da ponte é muito alta, o que causaria embargos de países importadores. Vou ter que comprar a versão grafite, mas o importante disso é que as empresas já estão tendo que se mexer para achar o ponto de equilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e as causas ambientais.
O segundo são os governos, principalmente o americano. Nunca vi um governo ser tão mal articulado quanto os dois mandatos da gestão Bush. Exemplos disso:
O terceiro é o próprio povo. Não há ainda um nível educacional satisfatório. Mesmo nas classes médias, o povo ainda é tolo, vazio e ignorante, conseqüência de falta de cultura familiar, educação escolar e exercício de cidadania.
Resumindo, empreiteiros ainda só querem ganhar, governos só querem lucrar com os empreiteiros, e o povo prefere não se mexer, porque afinal, eles ‘já têm muitas coisas com o que se preocupar’.
precisei de algum tempo só pra conseguir dizer que não sei o que dizer. irônico isso.
Em primeiro lugar, recomendo a leitura do artigo:
http://en.wikipedia.org/wiki/Severn_Cullis-Suzuki
É engraçado que o discurso da Severn foi em 1992, e só 16 anos depois conseguimos o discurso digitalizado.
Um ponto importante que deve ser dito: dificilmente conferências reúnem os responsáveis pelos rolos ambientais pelo mundo. Os rolos têm três principais culpados:
O primeiro são os chairmen de corporações industriais, que alegam que não podem investir na causa ambiental pelo ‘alto custo da empreitada, que poderia culminar em demissões em massa’. Nada disso é verdade. 16 anos depois, acho que as coisas deram resultado: tentei encomendar uma ponte de guitarra Gotoh, e descobri que o modelo preto não existe mais porque a emissão de poluentes pra se fabricar o modelo preto da ponte é muito alta, o que causaria embargos de países importadores. Vou ter que comprar a versão grafite, mas o importante disso é que as empresas já estão tendo que se mexer para achar o ponto de equilíbrio entre o desenvolvimento sustentável e as causas ambientais.
O segundo são os governos, principalmente o americano. Nunca vi um governo ser tão mal articulado quanto os dois mandatos da gestão Bush. Exemplos disso:
http://www.cut.org.br/site/start.cut?infoid=15938&sid=22
http://dw3d.de/popups/popup_printcontent/0,,1703159,00.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto
O último link resume tudo o que eu queria dizer.
O terceiro é o próprio povo. Não há ainda um nível educacional satisfatório. Mesmo nas classes médias, o povo ainda é tolo, vazio e ignorante, conseqüência de falta de cultura familiar, educação escolar e exercício de cidadania.
Resumindo, empreiteiros ainda só querem ganhar, governos só querem lucrar com os empreiteiros, e o povo prefere não se mexer, porque afinal, eles ‘já têm muitas coisas com o que se preocupar’.
Beijo grande!