Quem me conhece sabe que amo Curitiba e não pretendo sair tão cedo daqui. Mas ô cidadezinha de gente marrenta! Calma, não me xinguem. Não irei falar mal somente dos curitibanos, sei que existe “gente ruim” em qualquer lugar do mundo, mas aqui em especial, tem e MUITO.
A culpa desse jeitão jacú não é exclusivamente do curitibano nascido em Curitiba e sim da população participante (inclui o indivíduo morador da capital vindo de qualquer lugar) da massificação (Ãh? Massificação? É de comer?). Calma, eu explico.
Quantas vezes entramos em uma loja e nem se quer lembramos da cara do vendedor? Quantas vezes entramos dentro de um elevador e não cumprimentamos a pessoa que está ao nosso lado? Quantas vezes não agradecemos quando o empacotador entrega os legumes enfardados? Quantas e quantas vezes…? Tratramos as pessoas feito coisas, porque somos produtos dessa uniformidade de comportamentos. Não é porque sua mãe não te deu educação, não tem nada a ver. É hábito, costume. É a tendência que hoje temos de tratar as situações diante a correria da vida, fazendo com que nossa comunicação só seja “usada” em caso de necessidade e interesse.

(Dia frio em Curitiba. Fotografia de F. Mazzêo)
É o vício dos tempos modernos, “muita e pouca comunicação” ao mesmo tempo. E o pior, tende a passar para futuras gerações.
Não se deixe levar pela correria dos centros urbanos e muito menos pelo mau-humor do curitibano. Lembre daquela plaquinha irritante que sempre vemos: “Você está sendo filmado. Sorria!”.
Sorria para o cobrador, para o chato do seu vizinho, para o velho rabujento no ônibus, para os mano, para as mina e deseje um bom-dia! O máximo que irá acontecer é que vão achar que você está dando uma cantada, no mais, você passa por um cidadão que apenas está cumprindo seus deveres do dia-a-dia.
Flávia Mazzêo.


É engraçado como às vezes acontece também da gente se esforçar em conhecer “aquela pessoa distante porém interessante” sem sequer pensarmos em conhecer o vizinho. A desculpa é sempre “não conheço, não cumprimento”. Sem dúvida, o elevador Curitibano é o mais constrangedor de todos.
Beijo grande!
Tá escrevendo bem em senhorita?!
O hábito de ler tá fazendo muito bem a vos-mi-cÊ hhauehu
Bjo
http://youtube.com/watch?v=2C-xlI2loIw
c(;