Regras básicas para boa convivência no trabalho

dezembro 1, 2009

E não vem me dizer que é assim mesmo? :P

No lugar de: NEM FODENDO!
Usar: Não tenho certeza se vai ser possível.

No lugar de: TÔ CAGANDO E ANDANDO.
Usar: Não vejo razão para preocupações.

No lugar de: MAS QUE PORRA EU TENHO A VER COM ESTA MERDA?
Usar: Inicialmente, eu não estava envolvido nesse projeto.

No lugar de: CARALHO!
Usar: Interessante, hein?

No lugar de: FODA-SE. NÃO VAI DAR NEM A PAU.
Usar: Há razões de ordem técnica que impossibilitam a concretização da tarefa.

No lugar de: PUTA MERDA, VIADO NENHUM ME FALA NADA!
Usar: Precisamos melhorar a comunicação interna.

No lugar de: E NA BUNDINHA, NÃO VAI NADA? [A melhor.]
Usar: Talvez hoje não seja possível trabalhar até mais tarde.

No lugar de: O CARA É UM BOSTA.
Usar: Ele não está familiarizado com o problema.

No lugar de: VÁ PRA PUTA! QUE O PARIU.
Usar: Desculpe…

No lugar de: VÁ PRA PUTA QUE O PARIU, SEU VIADO.
Usar: Desculpe, senhor.

No lugar de: BANDO DE FILHOS DA PUTA!
Usar: A Matriz não ficou satisfeita com o resultado do trabalho.

No lugar de: FODA-SE! SE VIRA!
Usar: Infelizmente, neste momento estou sobrecarregado com outro
projeto e não posso ajudar.

No lugar de: PUTA TRABALHINHO DE CORNO. [Ótima!]
Usar: Adoro desafios.

No lugar de: AH, DEU PRO CHEFE? [Segunda melhor!]
Usar: Finalmente reconheceram sua competência.

No lugar de: AH, SE EU PEGO O FILHO DA PUTA QUE FEZ ISSO.
Usar: Precisamos reforçar nosso programa de treinamento.

No lugar de: ESTA MERDA TÁ INDO PRO BURACO.
Usar: Os índices de produtividade da empresa estão apresentando uma queda sensível.

No lugar de: AGORA FODEU DE VEZ.
Usar: Esse projeto não vai gerar o retorno previsto.

No lugar de: EU SABIA QUE IA DAR MERDA.
Usar: Desculpe, eu poderia ter avisado, caso fosse consultado.

No lugar de: OH CACETE! VAI SAIR CAGADA DE NOVO.
Usar: Apesar do esforço, teremos outra não conformidade.

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F. Mazzêo.


Nós gostamos é de futebol!

novembro 27, 2009

[Fui ver se o link do blog ainda funcionava e levei um susto! Não imaginava a quantidade de visitas mesmo sem ser atualizado. Obrigada minha gente! :D ]

Sim, nós mulheres!

Por que não?

Tudo bem que não sabemos o nome de  5 jogadores do time que torcemos,  não entendemos para que serve posições de ataque, defesa, meio-campo, muito menos os anos que o Brasil ganhou a Copa do Mundo… Temos uma visão diferenciada do futebol. E daí? Isso me deixa de ser uma torcedora fanática? Existe regras para o jogo, fora dele, não.

Basta perceber o futebol de mulheres não-profissionais. Quais são as regras e posições do jogo? Não existe. Não há paciência para dribles bonitos, para isso já temos charme o suficiente. O foco é apenas fazer gol, nem que por precisemos quebrar a unha da amiga e puxar seus lindos cabelos.

A mulher não deixa de ser feminina por gostar de futebol, nem o homem ser mais macho por assistir. Acredite, a Fisiologia ainda não relatou casos de os testículos produzirem mais testosterona por isso. Quantos homens que conhecemos que nem se importam… Preconceito bobo, resquícios de baitolas do passado.

Assistir futebol com mulher é a pior coisa que tem“, é uma frase comum de  se escutar.  Tem algo de errado em gritar SEU FRUTAAAAA quando o jogador realmente é um viado? (Nada contra meus amigos homo/bi). Ou quando não fazemos escândalo, fazer um comentário do tipo “que pernas, que coxa…“? Como se homem não falasse nenhum tipo de barbaridade… Um exemplo bom é o Galvão Bueno. Quando o jogo é narrado por ele,  suspiro, pego meu controle e coloco no mute

A verdade é que até a mulher que não gosta de futebol, encontrou uma forma de aproximar-se do seu homem, durante o tempo do jogo. E outra, passou a torcer para o mesmo time do ‘dito cujo’! O que me dá arrepio só de pensar… Mas enfim, o que elas não fazem pelo amor, né?

O fato é que não servimos apenas para levar a cerveja gelada para o marido/namorado no sofá. Pelo contrário, queremos é que leve para nós. Ou ainda, que sente-se ao nosso lado para assistir o jogo, não é melhor? ;)

E para os solteiras, que vá ao bar assistir o seu time do coração e gritar o quanto quiser, ninguém paga suas contas mesmo. Chorar também, como no meu caso…

Foi vice denovo… Em uma coisa ele tem razão.
Galvão Bueno sobre campanha do Botafogo no Campeonato Carioca.

Dessa droga eu ainda não provei!
Maradona sobre o Botafogo.

“Pra torcer pro Botafogo só mesmo bebendo muita cachaça…”
Garrincha sobre o Botafogo.

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F. Mazzêo.

(…) Ela ainda está solteira.

Não façam Medicina

maio 25, 2009

A faculdade pode ser tudo aquilo que você sonhou, no final tudo pode valer a pena, mas se você está em dúvida, não faça.

 

 

Um dia eu atualizo essa coisa, se é que alguém ainda lê.


Seis coisas sobre mim

janeiro 21, 2009

Não sei como existem pessoas que ainda lêem esse blog. Coitado, anda tão abandonado…

Convidada pela Srta. Nana, irei escrever Seis coisas sobre minha humilde pessoa.

As regras são:
1- Colocar o link de quem te indicou pro meme
2- Escrever estas 5 regras antes do seu meme pra deixar a brincadeira mais clara
3- Contar os 6 fatos aleatórios sobre você
4- Indicar 6 blogueiros pra continuar o meme
5- Avisar para esses blogueiros que eles foram indicados

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1 – Mulheres que não choram por qualquer coisa:

Sempre tive a impressão que era pra ter nascido homem. Choro quando vou à Orquestras Sinfônicas, ouvindo música clássica (?). Não me perguntem porquê.

2 – Orgulho em ser hetero:

Homens são brinquedos divinos com alguns (vários!) defeitos de fábrica, mas convenhamos, é tudo de bom.

3 – Tenho preguiça em ser inteligente de vez em quando:

Culpa da preguiça e fadiga, né Immanuel Kant?

4 – No fundo, sempre quis ser uma gostosa:

Um dia eu chego lá!

5 – Fotografo e acho minhas fotos uma bosta:

Será TPM? Deve ser encosto.

6 – Tenho sérios problemas para escrever nesse blog:

=/

Convido:

- Anderssauro

- Claudia Regina

- Cigano

- Os Desbocados

- Fabiana

- Camila Miss

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F. Mazzêo.


Adeus Ano Velho Novo

dezembro 23, 2008

Admito, odeio a introspecção de final de ano. Nem sempre conseguimos realizar as metas que planejamos para tal maldito ano e lembrar algo que não foi alcançado parece ser uma verdadeira derrota para quem começa a almejar novas metas de vida para um próximo ano.

O fato é que estou farta de palavras bonitas nas Festas Finais. Por que só saúde, amor, paz, prosperidade é desejada no final de períodos? Por que as pessoas precisam concluir ciclos para valorizar ou até mesmo, tomar atitudes de reflexão nos acontecimentos da vida?

O Ano que vem eu estudo mais“;

2009 será o ano que promete“;

Esse ano novo vou ser uma pessoa melhor“.

Isso soa familiar?

É tudo tão automático. Chega dezembro, aquele inferno para correria de compras, presentes, de peru e caralho a 4. A senhora Fulana resolve  até comprar uma nova lingerie, pra começar o ano bem e estrear com o maridão que não transa a meses. Por que, POR QUE, não comprou lingeries novas o ano inteiro? Por que não sabemos renovar e meditar todos os dias?

Se você tiver que ser novo, que seja a vida inteira. Temos que aprender que para construir grandes prédios, tijolos devem ser colocados todos os dias, com paciência e cuidado, para que, depois de pronto, seja uma estrutura estável. Ou seja, as felicitações de final de ano não passam de atitudes que depende de NÓS para construírmos no dia-a-dia.

Não é só no Natal que deve-se fazer um bom jantar, com toda a família. Não é só no Ano Novo que devemos ir à praia, abrir champagnes e fazer promessas. Não é mesmo?

Ok, continue a achar que você vai ser melhor no futuro. Entenda, quem quer, faz, luta. Quer que o ano de 2009 seja um bom ano? Aí eu te respondo perguntando: O que você fez hoje para que amanhã seja bom?

Aos meus fiéis amigos, que lêem esse infeliz blog, desejo uma vida plena, sem medo de viver. Vocês podem “ser e fazer” o melhor, todos os dias.

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F. Mazzêo.


A última crônica

outubro 13, 2008

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.

Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.

Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.

São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…” Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.

Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.

Fernando Sabino

Crônica publicada no livro “A Companheira de viagem” (Editora Record, 1965)

Me desculpem a falta de criatividade, mas quando não há o que escrever e leio crônicas como esta, eu simplesmente copio.

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F. Mazzêo.


“Bem na foto”

outubro 2, 2008

Tão bom quanto relembrar o passado é rever fotografias que por si só, gélidas, contam histórias. Você não precisa pensar, a imagem dá acesso ao “click” das emoções que foram criadas/guardadas/vividas para aquele momento que aconteceu o click, de fato.

Ahm?

Não precisa necessariamente estudar fotografia para fazer uma bela foto, porque os olhos são a verdadeira e melhor máquina fotográfica que podemos ter. Evidente que a técnica é essencial para todo um conjunto, mas não adianta, é um privilégio (para não usar dote) que nasce com cada um. Eu diria, que, devemos estudar os olhos. E estes sim, podem evoluir.

Nunca ouviu falar que cada um capta o mundo de determinado jeito? A tua namorada é linda, maravilhosa, espetacular para VOCÊ. Que bom!  Saiba que você é “cego”.

Essa ceguisse que cria curvas, sombras, perspectivas, formas, texturas, cores diferentes em cada um. Entenda, não falo que a pessoa precisa estar apaixonada para enxergar dissemelhante a outrem. Todos nós, felizmente, temos visões e idealizações de vida diversas, o que implica na forma de VER o mundo com outros olhos.

Baseado nisso, descobri-me na magia de fotografar retratando pessoas. Não poderia escapar mesmo, já que gosto tanto de lidar com essas.

Ao longo do pouco tempo de estudo sobre a Arte que venho aprendendo, descobri que é fácil reproduzir o bonito para quem se sente bonito, o feio para quem se sente feio. Eu apenas fotografo, a pessoa que faz o trabalho mais difícil, expor a “visão de mundo” dela, mostrar a mim o “contexto” que vive. Tirando a parte de falhas técnicas, um modelo não poderia reclamar com a seguinte frase:“Eu fiquei horrível nas fotos!”

Ok, reflita comigo:

- Já aconteceu de você olhar uma foto, odiar de primeira impressão e depois de algum tempo, começar a gostar? Ou vice-versa? Provavelmente, né? Mostra claramente que nosso olhar vive em constante mudança e tudo depende do tal contexto que falei.

- O que você quis passar ao fotógrafo quando estava sendo fotografado? Parece ser uma pergunta meio banal, mas influencia diretamente na imagem. Você, como modelo, estará se revelando completamente. Não é o fotógrafo que define o que a foto quer passar, mas sim a pessoa, como ser humano, que possui emoções e aparências. E nós sabemos, uma imagem pode passar mil palavras, cabe a interpretação a cada um. A auto-estima quando abalada, pode gerar um resultado insatisfatório na foto. (Aí, meu filho, não há photoshop que faça milagres!)

Come, meu filho

Come, meu filho – Fotografia de F. Mazzêo

Abusar d’Arte de fotografar não significa ser profissional na área. Se fosse assim, a imagem não impressionaria o mundo a milênios com tanta história e de tantas formas.

O  que você quer retratar hoje? Ou melhor, o que você quer expressar? Lembre-se, somos artistas, só precisamos conhecer melhor nossas habilidades para saber desfrutá-las.

Créditos ao meu amigo Cigano, pela ajuda do assunto.

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F. Mazzêo.


Ai ai, o amor…

setembro 4, 2008

“Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida
Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva…”

É o que Adriana Calcanhoto diz…

Pois é, quem já não sofreu, que se sinta privilegiado ou não, com este paradoxal sentimento tão indecifrável por poetas e músicas, o amor.

É engraçado, quantas vezes não damos risada das promessas de amor que fizemos? Das cartas ridículas que escrevemos? Da cara retardada e do gaguejar diante a pessoa que gostávamos? Por mais brega, são fases que nos ensinam que viver é mais do que pisar os pés no chão. É relacionar-se com o mundo e com a obra mais fascinante que existe, com pessoas.

Cotidiano – Fotografia de F. Mazzêo

Querendo ou não, se tornou uma arte, a Arte de se Relacionar. Conviver, conversar, confiar é muito mais complexo do que se pensa. É mais do que dormir na mesma cama, é mais do que beijar na boca, é mais do que morar junto. Tudo se banalizou, até o dito sentimento, o amor.

Inspirada no que vi e ouvi, no qual presenciei inúmeras situações coincidentemente na MESMA semana, casos de namoros mal-entedidos, brigas, traições. Fiquei impressionada por um único motivo: Se uma pessoa namora, é porque gosta. Estou errada? Tá… E você diz que ama. Você sabe o que é amor? Tem noção da grandiosidade e do poder desse termo?

Como diria meu querido Camões, que para mim, usou uma das melhores definições de amor já escritas:

“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;”

(…)

Quero ler o resto!

Não sou melhor que ninguém para julgar a forma que cada um leva sua vida. Porém, o que me entristece é a vulgarização da palavra mais bela que existe. A idéia é a mesma da comunidade do Orkut, “Eu te amo” O CARALHO!!!“.

Enfim, depois que eu vi casais que se batem (porrada das boas) e falam que se amam, fui em casamento que o marido bateu na mulher depois de três dias do casório (!!!!!!!!), eu começo a duvidar (na real sempre duvidei) do que realmente seja verdadeiro. [Crises existenciais mode on]

Uma coisa é certa, quando se gosta, tudo deveria se simplicar. Não é mesmo? Meu, você tem o amor da sua vida! O que mais você quer? Deveria, mas não é o que acontece. Ou seja, se você realmente sente algo sincero por alguém, não tenha crises, neuras, nóias… CURTA A VIDA, a pessoa, o momento, as carícias, as conversas, as risadas e até os choros, nos momentos difíceis. Falar é fácil, eu sei. Mas quando se deseja o melhor para ambos, por quê não tentar colocar isso em prática? Tem gente que morre procurando um grande amor e você tem um nas mãos… Já parou para analisar isso?

É para se pensar.

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F. Mazzêo.


O tempo

agosto 14, 2008

Peço desculpas aos meus amigos fiéis, que ainda lêem esse blog. Pois é, tempo andou me boicotando. E óbvio, ponho culpa no tempo de Curitiba: “É o frio!”

Já percebeu que damos desculpas sempre para o tempo? Seja ele fenomenal ou psíquico. Irei dar exemplos:

Começa a chover. PRONTO! Motivo para você não se arrumar, ficar em casa, cancelar compromissos, chorar, comer chocolate, engordar, não tomar banho, ficar de pijama o dia inteiro, morrer de pneumonia dentro de um ônibus [conversa para outro post]. Estou mentindo? Aí claro, vai faltar tempo para tudo, pois conseguimos desorganizar ainda mais o que acreditamos estar correto na nossa vida, o tempo. A desculpa que você dá, para quem quer que seja, é que “faltou tempo”, como sempre.

Você esquece de escovar os dentes por um dia? Não. [Isso vai para os limpinhos]. Você esquece de comer algum dia? Não. Você esquece de organizar o seu tempo? Sim. Sabe por quê? Porque tempo é algo abstrato. E como não podemos “pegá-lo e ajeitá-lo”, fazemos com que este seja apenas um mero acontecimento automático do nosso cotidiano. Se aconteceu, legal, senão, não era para acontecer. Ô cacete!

O tempo parece algo banal, mas ele é imprescindível a todo minuto.

Todo final de ano pulamos ondas na praia acreditando realizar metas, rezamos para não sei quantos santos e TODO ano porra nenhuma se concretiza. A culpa será do santo que não nos ajudou, será do mar, que estava cheio de merda boiando e dificultou enviar a mensagem. A culpa sempre será de alguém, menos de nós mesmos.

Como um trabalho, em que colocamos capa, introdução, índice, desenvolvimento, conclusão, referências bibliográficas (sabe Deus em que ordem), nossa vida também deveria ser uma estratégia organizada. Óbvio que tem situações que são involuntárias e impossíveis de constituir uma ordem, mas o que ponho em questão, seria a maneira em que preparamos nossos futuros desejos, sonhos, etc.

Infelizmente, o povo brasileiro e acredito que o mundo em si, tem uma péssima memória. Corrompemos nós mesmos, diante a tanta correria. Colocamos de lado nossos sonhos para dar atenção o que de fato acontece no momento, as vontades ficam em um segundo plano, para quem sabe um dia… E aí, passam anos, meu amigo.

O que você quer? O que você almeja para sua vida?

- Anote

- Agende

- Programe-se como um computador

- Organize seu tempo

Aí quem participa deste trabalho é a mente, ou melhor, o subconsciente. Este, trabalha de três formas [vide o seu subconsciente], através da repetição, visualização e da compreensão.

A repetição é quando insistimos algo a nossa mente, como ler uma frase todos os dias que revele onde queremos chegar. Mensagens com pensamentos positivos são muito úteis.

A visualização é o trabalho com a imaginação. Você se visualiza concretizando o sonho, chegando até ele, como se fosse de fácil domínio.

E a compreensão acredito que seja a mais difícil. É quando você entende a dificuldade que o circunda e age da melhor maneira para repará-la.

Nessa percepção do seu projeto, o tempo não o atrapalha mais, simplesmente por estar seguindo uma linha reta na idealização de sua vida. Você fez planos, você têm datas e o tempo, que até então era abstrato, torna-se solidificado, claro. Por mais que demore, é algo estável e construído, ninguém os tira ou destrói-os.

A palavra-chave seria organização. Organize-se e verás, que, temos até tempo de sobra.

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F. Mazzêo.


Como paquerar homens – parte 2

julho 21, 2008

Depois da leve base que dei para paquerar mulheres (Como paquerar mulheres – parte 1), ajudarei minhas amigas e meus amigos (sempre inclusos) a paquerar homens. Sinceramente acho um trabalho mais difícil, já que não faço parte do cotidiano masculino e não sei como preferem. Mas partindo do consenso do que seja educado, digno da postura de uma pessoa, iremos brincar com o velho e bom truque, o poder de sedução de uma mulher.

A palavra-chave para todo “o processo” seria segurança. A mulher segura de si passa a imagem de independente, que não é problemática, cheia de neuroses. Homem nenhum gosta de mulher melindrosa. Enquanto você [mulher ou homem] não tiverem certos do que são, de sua personalidade, nunca vão conseguir manter-se equilibrados em um relacionamento. Querer cuidar de outro, sem saber cuidar de si mesmo é perda de tempo. A dica é para os dois, principalmente as mulheres, que são mais inseguras.

A segurança trará ao casal a tranqüilidade, que por sua vez, faz com que ambos tomem as melhores escolhas. Sabemos que a cabeça de uma mulher vive no futuro, enquanto o homem está processando as idéias, ela já está na igreja casando. Ou seja, MUITA CALMA nessa hora! Sonhar demais faz com que deixemos de aproveitar o momento real de fato.

Vamos por partes, como diria meu amigo, Jack o Estripador:

1) Como chegar?

Se ele for da mesma roda de amigos, peça para que alguém te apresente a ele. Se estiver em uma festa, se aproxime e converse sobre algo do local. Por mais tímida(o) que seja, TEM que se mexer. Não vai ficar esperando que ele desça de um unicórnio e te leve para o paraíso, né?

2) Como deve se portar?

Não precisa se insinuar, apenas seja você. Seja/esteja bem-humorada(o) sempre, mostre-se inteligente, educada(o). Se for bagunceira(o), seja, se for tímida(o), não evite. O teu parceiro irá gostar de você sendo sincera(o).

3) Como deve estar vestida?

Depende da ocasião. Um decote, uma saia claro que chamam mais atenção. Mas cuidado, vulgaridade e sensualidade são coisas diferentes. A mulher vulgar atrai qualquer tipo de homem e pode passar a idéia de que é uma moça sapequinha (moça sapequinha é ótimo). Infelizmente a imagem é algo que conta muito. Vista o que você deseja passar para o homem que a(o) atrai.

4) Mulher tem ou pode dar a iniciativa?

Eu sinceramente prefiro que o homem dê a iniciativa. Mas se ele for lerdo, fazer o quê? Primeiro jogue algumas indiretas, os mais espertinhos percebem. Não percebeu? Seja direta. Se ele não gostar, manda ir pro inferno! , saia de perto.

5) Pede telefone? Liga no outro dia?

Por mais que você esteja afim, NÃO PEÇA. Isso é papel do homem. Se ele não pedir, não ligar, problema é dele! Não sabe o que está perdendo, né?

6) Rola ir para a cama no dia que conheceu o cara?

Depende muito da mulher. Têm umas que até vão, mas se sentem usadas depois pelo cara não ter ligado no dia seguinte. Umas só vão depois de casadas, outras só depois que estão namorando ou conhecem bem com quem está lidando. Isso depende de você e do que sua mente vai julgar depois.

7) Se não curtiu depois de conhecê-lo, como ser discreta e vazar? [O nº 7 é só para algumas/alguns].

É fácil, de alguma desculpa. Finja que recebeu uma mensagem no celular que estão te chamando em tal lugar, que precisa ir no banheiro, que vai se encontrar com seu namorado, etc. Desculpa é o que não falta.

O importante é esbaldar sempre do charme e ser elegante. A frase que sempre ouço é que homens querem uma dama para a sociedade e uma puta na cama. Aproveite e seja feliz.

Obs.: Post escrito com ajuda de homens civilizados.

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F. Mazzêo.