A faculdade pode ser tudo aquilo que você sonhou, no final tudo pode valer a pena, mas se você está em dúvida, não faça.
A faculdade pode ser tudo aquilo que você sonhou, no final tudo pode valer a pena, mas se você está em dúvida, não faça.
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Não sei como existem pessoas que ainda lêem esse blog. Coitado, anda tão abandonado…
Convidada pela Srta. Nana, irei escrever Seis coisas sobre minha humilde pessoa.
As regras são:
1- Colocar o link de quem te indicou pro meme
2- Escrever estas 5 regras antes do seu meme pra deixar a brincadeira mais clara
3- Contar os 6 fatos aleatórios sobre você
4- Indicar 6 blogueiros pra continuar o meme
5- Avisar para esses blogueiros que eles foram indicados
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1 – Mulheres que não choram por qualquer coisa:
Sempre tive a impressão que era pra ter nascido homem. Choro quando vou à Orquestras Sinfônicas, ouvindo música clássica (?). Não me perguntem porquê.
2 – Orgulho em ser hetero:
Homens são brinquedos divinos com alguns (vários!) defeitos de fábrica, mas convenhamos, é tudo de bom.
3 – Tenho preguiça em ser inteligente de vez em quando:
Culpa da preguiça e fadiga, né Immanuel Kant?
4 – No fundo, sempre quis ser uma gostosa:
Um dia eu chego lá!
5 – Fotografo e acho minhas fotos uma bosta:
Será TPM? Deve ser encosto.
6 – Tenho sérios problemas para escrever nesse blog:
=/
Convido:
- Cigano
- Fabiana
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F. Mazzêo.
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Admito, odeio a introspecção de final de ano. Nem sempre conseguimos realizar as metas que planejamos para tal maldito ano e lembrar algo que não foi alcançado parece ser uma verdadeira derrota para quem começa a almejar novas metas de vida para um próximo ano.
O fato é que estou farta de palavras bonitas nas Festas Finais. Por que só saúde, amor, paz, prosperidade é desejada no final de períodos? Por que as pessoas precisam concluir ciclos para valorizar ou até mesmo, tomar atitudes de reflexão nos acontecimentos da vida?
“O Ano que vem eu estudo mais“;
“2009 será o ano que promete“;
“Esse ano novo vou ser uma pessoa melhor“.
Isso soa familiar?
É tudo tão automático. Chega dezembro, aquele inferno para correria de compras, presentes, de peru e caralho a 4. A senhora Fulana resolve até comprar uma nova lingerie, pra começar o ano bem e estrear com o maridão que não transa a meses. Por que, POR QUE, não comprou lingeries novas o ano inteiro? Por que não sabemos renovar e meditar todos os dias?
Se você tiver que ser novo, que seja a vida inteira. Temos que aprender que para construir grandes prédios, tijolos devem ser colocados todos os dias, com paciência e cuidado, para que, depois de pronto, seja uma estrutura estável. Ou seja, as felicitações de final de ano não passam de atitudes que depende de NÓS para construírmos no dia-a-dia.
Não é só no Natal que deve-se fazer um bom jantar, com toda a família. Não é só no Ano Novo que devemos ir à praia, abrir champagnes e fazer promessas. Não é mesmo?
Ok, continue a achar que você vai ser melhor no futuro. Entenda, quem quer, faz, luta. Quer que o ano de 2009 seja um bom ano? Aí eu te respondo perguntando: O que você fez hoje para que amanhã seja bom?
Aos meus fiéis amigos, que lêem esse infeliz blog, desejo uma vida plena, sem medo de viver. Vocês podem “ser e fazer” o melhor, todos os dias.
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F. Mazzêo.
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A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica.
Ao fundo do botequim um casal de pretos acaba de sentar-se, numa das últimas mesas de mármore ao longo da parede de espelhos. A compostura da humildade, na contenção de gestos e palavras, deixa-se acrescentar pela presença de uma negrinha de seus três anos, laço na cabeça, toda arrumadinha no vestido pobre, que se instalou também à mesa: mal ousa balançar as perninhas curtas ou correr os olhos grandes de curiosidade ao redor. Três seres esquivos que compõem em torno à mesa a instituição tradicional da família, célula da sociedade. Vejo, porém, que se preparam para algo mais que matar a fome.
Passo a observá-los. O pai, depois de contar o dinheiro que discretamente retirou do bolso, aborda o garçom, inclinando-se para trás na cadeira, e aponta no balcão um pedaço de bolo sob a redoma. A mãe limita-se a ficar olhando imóvel, vagamente ansiosa, como se aguardasse a aprovação do garçom. Este ouve, concentrado, o pedido do homem e depois se afasta para atendê-lo. A mulher suspira, olhando para os lados, a reassegurar-se da naturalidade de sua presença ali. A meu lado o garçom encaminha a ordem do freguês. O homem atrás do balcão apanha a porção do bolo com a mão, larga-o no pratinho – um bolo simples, amarelo-escuro, apenas uma pequena fatia triangular. A negrinha, contida na sua expectativa, olha a garrafa de Coca-Cola e o pratinho que o garçom deixou à sua frente. Por que não começa a comer? Vejo que os três, pai, mãe e filha, obedecem em torno à mesa um discreto ritual. A mãe remexe na bolsa de plástico preto e brilhante, retira qualquer coisa. O pai se mune de uma caixa de fósforos, e espera. A filha aguarda também, atenta como um animalzinho. Ninguém mais os observa além de mim.
São três velinhas brancas, minúsculas, que a mãe espeta caprichosamente na fatia do bolo. E enquanto ela serve a Coca-Cola, o pai risca o fósforo e acende as velas. Como a um gesto ensaiado, a menininha repousa o queixo no mármore e sopra com força, apagando as chamas. Imediatamente põe-se a bater palmas, muito compenetrada, cantando num balbucio, a que os pais se juntam, discretos: “Parabéns pra você, parabéns pra você…” Depois a mãe recolhe as velas, torna a guardá-las na bolsa. A negrinha agarra finalmente o bolo com as duas mãos sôfregas e põe-se a comê-lo. A mulher está olhando para ela com ternura – ajeita-lhe a fitinha no cabelo crespo, limpa o farelo de bolo que lhe cai ao colo. O pai corre os olhos pelo botequim, satisfeito, como a se convencer intimamente do sucesso da celebração. Dá comigo de súbito, a observá-lo, nossos olhos se encontram, ele se perturba, constrangido – vacila, ameaça abaixar a cabeça, mas acaba sustentando o olhar e enfim se abre num sorriso.
Assim eu quereria minha última crônica: que fosse pura como esse sorriso.
Fernando Sabino
Me desculpem a falta de criatividade, mas quando não há o que escrever e leio crônicas como esta, eu simplesmente copio.
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F. Mazzêo.
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Tão bom quanto relembrar o passado é rever fotografias que por si só, gélidas, contam histórias. Você não precisa pensar, a imagem dá acesso ao “click” das emoções que foram criadas/guardadas/vividas para aquele momento que aconteceu o click, de fato.
Não precisa necessariamente estudar fotografia para fazer uma bela foto, porque os olhos são a verdadeira e melhor máquina fotográfica que podemos ter. Evidente que a técnica é essencial para todo um conjunto, mas não adianta, é um privilégio (para não usar dote) que nasce com cada um. Eu diria, que, devemos estudar os olhos. E estes sim, podem evoluir.
Nunca ouviu falar que cada um capta o mundo de determinado jeito? A baranga da tua namorada é linda, maravilhosa, espetacular para VOCÊ. Que bom! Nós temos pena disso. Saiba que você é “cego”.
Essa ceguisse que cria curvas, sombras, perspectivas, formas, texturas, cores diferentes em cada um. Entenda, não falo que a pessoa precisa estar apaixonada para enxergar dissemelhante a outrem. Todos nós, felizmente, temos visões e idealizações de vida diversas, o que implica na forma de VER o mundo com outros olhos.
Baseado nisso, descobri-me na magia de fotografar retratando pessoas. Não poderia escapar mesmo, já que gosto tanto de lidar com essas.
Ao longo do pouco tempo de estudo sobre a Arte que venho aprendendo, descobri que é fácil reproduzir o bonito para quem se sente bonito, o feio para quem se sente feio. Eu apenas fotografo, a pessoa que faz o trabalho mais difícil, expor a “visão de mundo” dela, mostrar a mim o “contexto” que vive. Tirando a parte de falhas técnicas, um modelo não poderia reclamar com a seguinte frase:“Eu fiquei horrível nas fotos!”
Ok, reflita comigo:
- Já aconteceu de você olhar uma foto, odiar de primeira impressão e depois de algum tempo, começar a gostar? Ou vice-versa? Provavelmente, né? Mostra claramente que nosso olhar vive em constante mudança e tudo depende do tal contexto que falei.
- O que você quis passar ao fotógrafo quando estava sendo fotografado? Parece ser uma pergunta meio banal, mas influencia diretamente na imagem. Você, como modelo, estará se revelando completamente. Não é o fotógrafo que define o que a foto quer passar, mas sim a pessoa, como ser humano, que possui emoções e aparências. E nós sabemos, uma imagem pode passar mil palavras, cabe a interpretação a cada um. A auto-estima quando abalada, pode gerar um resultado insatisfatório na foto. (Aí, meu filho, não há photoshop que faça milagres!)
Abusar d’Arte de fotografar não significa ser profissional na área. Se fosse assim, a imagem não impressionaria o mundo a milênios com tanta história e de tantas formas.
O que você quer retratar hoje? Ou melhor, o que você quer expressar? Lembre-se, somos artistas, só precisamos conhecer melhor nossas habilidades para saber desfrutá-las.
Créditos ao meu amigo Cigano, pela ajuda do assunto.
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F. Mazzêo.
Publicado em Artes, Fotografia, Reflexão, Valores | Tagged Arte, Fotógrafo, Fotografia, Reflexão, Visão | 5 Comentários »
“Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
Prá mudar a minha vida
Vem, vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva…”
É o que Adriana Calcanhoto diz…
Pois é, quem já não sofreu, que se sinta privilegiado ou não, com este paradoxal sentimento tão indecifrável por poetas e músicas, o amor.
É engraçado, quantas vezes não damos risada das promessas de amor que fizemos? Das cartas ridículas que escrevemos? Da cara retardada e do gaguejar diante a pessoa que gostávamos? Por mais brega, são fases que nos ensinam que viver é mais do que pisar os pés no chão. É relacionar-se com o mundo e com a obra mais fascinante que existe, com pessoas.
Querendo ou não, se tornou uma arte, a Arte de se Relacionar. Conviver, conversar, confiar é muito mais complexo do que se pensa. É mais do que dormir na mesma cama, é mais do que beijar na boca, é mais do que morar junto. Tudo se banalizou, menos o dito sentimento, o amor.
Inspirada no que vi e ouvi, no qual presenciei inúmeras situações coincidentemente na MESMA semana, casos de namoros mal-entedidos, brigas, traições.
Fiquei impressionada por um único motivo: Se uma pessoa namora, é porque gosta. Estou errada? Tá… E você diz que ama. Você sabe o que é amor? Tem noção da grandiosidade e do poder desse termo?
Como diria meu querido Camões, que para mim, usou uma das melhores definições de amor já escritas:
“Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;”
(…)
Não sou melhor que ninguém para julgar a forma que cada um leva sua vida. Porém, o que me entristece é a vulgarização da palavra mais bela que existe. A idéia é a mesma da comunidade do Orkut, “Eu te amo” O CARALHO!!!“.
Por favor, não confunda Amo pra Caralho com Amo o Caralho, tem uma diferença grande… (risos?)
Enfim, depois que eu vi casais que se batem (porrada das boas) e falam que se amam, fui em casamento que o marido bateu na mulher depois de três dias do casório (!!!!!!!!), eu começo a duvidar (na real sempre duvidei) do que realmente seja verdadeiro. [Crises existenciais mode on]
Uma coisa é certa, quando se gosta, tudo deveria se simplicar. Não é mesmo? Meu, você tem o amor da sua vida! O que mais você quer? Deveria, mas não é o que acontece. Ou seja, se você realmente sente algo sincero por alguém, não tenha crises, neuras, nóias, complexos de Golgi, centríolos (essa eu forcei a amizade). CURTA A VIDA, a pessoa, o momento, as carícias, as conversas, as risadas e até os choros, nos momentos difíceis. Falar é fácil, eu sei. Mas quando se deseja o melhor para ambos, por quê não tentar colocar isso em prática? Tem gente que morre procurando um grande amor e você tem um nas mãos… Já parou para analisar isso?
É para se pensar.
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F. Mazzêo.
Publicado em Homens, Reflexão, Valores, relacionamentos | Tagged Vida Amor Homens Relacionamento Namoro Crises | 6 Comentários »
Peço desculpas aos meus amigos fiéis, que ainda lêem esse blog. Pois é, o filha da puta do tempo andou me boicotando. E óbvio, ponho culpa no tempo de Curitiba: “É o frio!”
Já percebeu que damos desculpas sempre para o tempo? Seja ele fenomenal ou psíquico. Irei dar exemplos:
Começa a chover. PRONTO! Motivo para você não se arrumar, ficar em casa, cancelar compromissos, chorar, comer chocolate, engordar, não tomar banho, ficar de pijama o dia inteiro, morrer de pneumonia dentro de um ônibus [conversa para outro post]. Estou mentindo? Aí claro, vai faltar tempo para tudo, pois conseguimos desorganizar ainda mais o que acreditamos estar correto na nossa vida, o tempo. A desculpa que você dá, para quem quer que seja, é que “faltou tempo”, como sempre.
Você esquece de escovar os dentes por um dia? Não. [Isso vai para os limpinhos]. Você esquece de comer algum dia? Não. Você esquece de organizar o seu tempo? Sim. Sabe por quê? Porque tempo é algo abstrato. E como não podemos “pegá-lo e ajeitá-lo”, fazemos com que este seja apenas um mero acontecimento automático do nosso cotidiano. Se aconteceu, legal, senão, não era para acontecer. Ô cacete!
“Poxa vida, mas tempo é algo tão banal, não tem mais coisa interessante para escrever aqui, sua monga?“
Parece, mas ele é imprescindível a todo minuto.
Todo final de ano pulamos ondas na praia acreditando realizar metas, rezamos para não sei quantos santos e TODO ano porra nenhuma se concretiza. A culpa será do santo que não nos ajudou, será do mar, que estava cheio de merda boiando e dificultou enviar a mensagem. A culpa sempre será de alguém, menos de nós mesmos.
Como um trabalho, em que colocamos capa, introdução, índice, desenvolvimento, conclusão, referências bibliográficas (sabe Deus em que ordem), nossa vida também deveria ser uma estratégia organizada. Óbvio que tem situações que são involuntárias e impossíveis de constituir uma ordem, mas o que ponho em questão, seria a maneira em que preparamos nossos futuros desejos, sonhos, etc.
Infelizmente, o povo brasileiro e acredito que o mundo em si, tem uma péssima memória. Corrompemos nós mesmos, diante a tanta correria. Colocamos de lado nossos sonhos para dar atenção o que de fato acontece no momento, as vontades ficam em um segundo plano, para quem sabe um dia… E aí, passam anos, meu amigo.
O que você quer? O que você almeja para sua vida?
- Anote
- Agende
- Programe-se como um computador
- Organize seu tempo
Aí quem participa deste trabalho é a mente, ou melhor, o subconsciente. Este, trabalha de três formas [vide o seu subconsciente], através da repetição, visualização e da compreensão.
A repetição é quando insistimos algo a nossa mente, como ler uma frase todos os dias que revele onde queremos chegar. Mensagens com pensamentos positivos são muito úteis.
A visualização é o trabalho com a imaginação. Você se visualiza concretizando o sonho, chegando até ele, como se fosse de fácil domínio.
E a compreensão acredito que seja a mais difícil. É quando você entende a dificuldade que o circunda e age da melhor maneira para repará-la.
Nessa percepção do seu projeto, o tempo não o atrapalha mais, simplesmente por estar seguindo uma linha reta na idealização de sua vida. Você fez planos, você têm datas e o tempo, que até então era abstrato, torna-se solidificado, claro. Por mais que demore, é algo estável e construído, ninguém os tira ou destrói-os.
A palavra-chave seria organização. Organize-se e verás, que, temos até tempo de sobra.
Para terminar o post, escutem essa música do R.E.M – The Great Beyond, tem tudo a ver
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F. Mazzêo.
Publicado em Homens, Sacanagem, Valores | Tagged Organização, Reflexão, Tempo, Vida | 7 Comentários »
Depois da leve base que dei para paquerar mulheres (Como paquerar mulheres – parte 1), ajudarei minhas amigas e meus amigos (sempre inclusos) a paquerar homens. Sinceramente acho um trabalho mais difícil, já que não faço parte do cotidiano masculino e não sei como preferem. Mas partindo do consenso do que seja educado, digno da postura de uma pessoa, iremos brincar com o velho e bom truque, o poder de sedução de uma mulher.
A palavra-chave para todo “o processo” seria segurança. A mulher segura de si passa a imagem de independente, que não é problemática, cheia de neuroses. Homem nenhum gosta de mulher melindrosa. Enquanto você [mulher ou homem] não tiverem certos do que são, de sua personalidade, nunca vão conseguir manter-se equilibrados em um relacionamento. Querer cuidar de outro, sem saber cuidar de si mesmo é perda de tempo. A dica é para os dois, principalmente as mulheres, que são mais inseguras.
A segurança trará ao casal a tranqüilidade, que por sua vez, faz com que ambos tomem as melhores escolhas. Sabemos que a cabeça de uma mulher vive no futuro, enquanto o homem está processando as idéias, ela já está na igreja casando. Ou seja, MUITA CALMA nessa hora! Sonhar demais faz com que deixemos de aproveitar o momento real de fato.
Vamos por partes, como diria meu amigo, Jack o Estripador:
1) Como chegar?
Se ele for da mesma roda de amigos, peça para que alguém te apresente a ele. Se estiver em uma festa, se aproxime e converse sobre algo do local. Por mais tímida(o) que seja, TEM que se mexer. Não vai ficar esperando que ele desça de um unicórnio e te leve para o paraíso, né?
2) Como deve se portar?
Não precisa se insinuar, apenas seja você. Seja/esteja bem-humorada(o) sempre, mostre-se inteligente, educada(o). Se for bagunceira(o), seja, se for tímida(o), não evite. O teu parceiro irá gostar de você sendo sincera(o).
3) Como deve estar vestida?
Depende da ocasião. Um decote, uma saia claro que chamam mais atenção. Mas cuidado, vulgaridade e sensualidade são coisas diferentes. A mulher vulgar atrai qualquer tipo de homem e pode passar a idéia de que é uma moça sapequinha (moça sapequinha é ótimo). Infelizmente a imagem é algo que conta muito. Vista o que você deseja passar para o homem que a(o) atrai.
4) Mulher tem ou pode dar a iniciativa?
Eu sinceramente prefiro que o homem dê a iniciativa. Mas se ele for lerdo, fazer o quê? Primeiro jogue algumas indiretas, os mais espertinhos percebem. Não percebeu? Seja direta. Se ele não gostar, manda ir pro inferno! , saia de perto.
5) Pede telefone? Liga no outro dia?
Por mais que você esteja afim, NÃO PEÇA. Isso é papel do homem. Se ele não pedir, não ligar, problema é dele! Não sabe o que está perdendo, né?
6) Rola ir para a cama no dia que conheceu o cara?
Depende muito da mulher. Têm umas que até vão, mas se sentem usadas depois pelo cara não ter ligado no dia seguinte. Umas só vão depois de casadas, outras só depois que estão namorando ou conhecem bem com quem está lidando. Isso depende de você e do que sua mente vai julgar depois.
7) Se não curtiu depois de conhecê-lo, como ser discreta e vazar? [O nº 7 é só para algumas/alguns].
É fácil, de alguma desculpa. Finja que recebeu uma mensagem no celular que estão te chamando em tal lugar, que precisa ir no banheiro, que vai se encontrar com seu namorado, etc. Desculpa é o que não falta.
O importante é esbaldar sempre do charme e ser elegante. A frase que sempre ouço é que homens querem uma dama para a sociedade e uma puta na cama. Aproveite e seja feliz.
Obs.: Post escrito com ajuda de homens civilizados.
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F. Mazzêo.
Publicado em Atualidades, Brincadeira, Homens, Sacanagem, Valores | Tagged Atração, Dicas, Etiqueta, Homens, Mulheres, Sedução | 12 Comentários »
Em resposta ao post anterior, Cantadas de homem? Um mal desnecessário, algumas pessoas disseram ser necessário as cantadas, elas que fazem as pessoas começarem a ter algum tipo de relacionamento, por mais brega que seja. Como já havia dito, NÃO é necessário e vou mostrar como podemos fazer para chegar em alguém e não ser ridículo.
Primeiro chegando em mulheres, já que estas são mais complexas e exigem um grande esforço:
1) OLHE, veja se ela não está acompanhada, se está bebendo algo, o que está lendo, se ela está com cara triste ou feliz, sei lá! Qualquer expressão é motivo para análise. Assim você vai conhecer um pouco dela para futuramente ter um papo adequado.
2) Sinal verde? CHEGUE. Sente do lado de sua cadeira ou se estiver em pé, se aproxime. Até aí nenhum motivo para ela te agredir, xingar, etc. Se estiver sentada em uma mesa sozinha com mais cadeiras, não peça para sentar em sua mesa, ela vai se assustar. Fique no local mais próximo que puder, para qualquer abordo conseqüentemente.
3) Novamente OLHE, agora brincando com o olhar. Paquerar, sabe como? Dê uma olhada firme até que ela repare que está sendo “filmada”, ela vai ficar sem graça, vai mudar de direção o rosto. Você também vira, não seja pertinente, use também o seu charme. Muitas mulheres preferem um cara tímido do que um safadão que chega chegando e ACHA que consegue pegar qualquer uma. Tenha humildade, tudo no seu tempo.
4) Ela está correspondendo o olhar? Agora sim, CONVERSE. Se nada vier em sua cabeça, para início de papo, é legal você começar uma conversa com uma pergunta a respeito dela. Mas ESQUEÇA a possibilidade de qualquer cantada, isso desanima qualquer ser da face da Terra.
5) Infelizmente muitos não chegam no nº 5, por n fatores citados no post já comentado. (Vide “Algumas explicações mais freqüentes”). Se você conseguiu, ótimo, temos grandes chances de chegar ao CLÍMAX. Cuidados necessários para o grande momento:
- Está confiante que vai rolar um beijo? Confirme que o hálito está ok. Se não, esteja com um Halls, Trident no bolso. Aproveita e ofereça para ela também. Vai que ela quer pegar da sua boca?
- Seja vaidoso, um perfume masculino derrete o coração de qualquer mulher.
- Não seja bobo de querer ir já passando a mão. Tuas iniciativas vão depender das dela, o que ela fizer, você faz. Direitos iguais, né?
- Mostre-se cavalheiro, não apenas um monstro que quer comer ela.
6) Por fim, SE CURTIU a guria, peça o telefone dela ou qualquer meio para contato. A partir daí é contigo.
Importante: Nada de afobações, deixe as coisas fluírem entre vocês dois.
SE NÃO, mostre-se interessado, mesmo não estando. Peça o telefone, mesmo sabendo que não vai ligar no dia seguinte. Só para deixá-la feliz naquele momento, tudo bem?
Uma hora ou outra você vai ter que se mostrar verdadeiro. Nem tudo é perfeito, infelizmente. E como dizem, a fila anda…
Obs.: Esse post foi escrito por puro bom senso feminino e por minha experiência de mundo.
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F. Mazzêo.
Publicado em Brincadeira, Homens, Sacanagem, Valores | Tagged Homem, iniciativa, mulher, Paquera | 6 Comentários »
Hoje recebi um email que se trata de uma entrevista do médico psiquiatra Roberto Shinyashik. Com pós-graduação em Administração de Empresas pela USP, consultor organizacional e conferencista de renome nacional e internacional. Melhor do que um especialista que trata com a morte para falar o que é felicidade.
A entrevista foi concebida a revista Isto É:
Isto É – Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus, isso é verdade?
Shinyashik – A sociedade quer definir o que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
A primeira, é instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.
A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os dias.
A terceira é: Você tem que comprar tudo que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
Por fim, a quarta loucura: Você tem que fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.
As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade. Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito.
Tem gente que diz que não será feliz enquanto não se casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou com os amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou indo ao cinema.
Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais. Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. A maior parte pega o médico pela camisa e diz:
“Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora quero aproveitá-la e ser feliz”. Eu sentia uma dor enorme por não fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de pequenas coisas.
Ninguém na hora da morte diz se arrepende por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida. Todos, na hora da morte dizem se arrepender de ter esperado muito tempo. (…)
Aprendi que a felicidade é feita de pequenas coisas.”

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F. Mazzêo.
Publicado em Homens, Reflexão, Saúde, Valores | Tagged Felicidade, Médico, Morte, Reflexão, Vida | 1 Comentário »